Na Seabra Clinic, aplicamos o Oral Body Mapping, uma metodologia clínica que interpreta os sinais da dentição (desgaste, posição, oclusão) como indicadores de postura, sono, respiração e função do sistema nervoso.
Durante anos, a Medicina Dentária tratou a boca como um compartimento próprio: dentes, gengivas, oclusão. O Oral Body Mapping parte de outra premissa: a boca desenvolve-se, funciona e adapta-se em ligação constante com o resto do organismo.
Um desgaste dentário atípico pode falar de tensão na ATM. Uma arcada estreita pode falar de uma via aérea comprometida. Uma mordida desalinhada pode falar de uma postura que o corpo foi obrigado a compensar. Cada sinal é uma coordenada no mapa.
Não tratamos dentes. Lemos ligações, e é essa leitura que muda o plano de tratamento.
Dr. André Seabra, Diretor ClínicoBruxismo, respiração oral, dor na ATM. Nenhum destes sinais nasce isolado. São, muitas vezes, o ponto onde um sistema mais amplo se torna visível. Explore as ligações.
Respirar pela boca em vez do nariz pode condicionar o crescimento facial e a qualidade do sono.
A posição da cabeça, do pescoço e da coluna liga-se ao equilíbrio muscular da mastigação.
Roncopatia, bruxismo e fadiga ao acordar podem ter origem num desequilíbrio funcional da boca.
Estalidos, dor ou limitação de abertura raramente são a causa. São, quase sempre, a consequência.
Na infância, a função molda a forma. Diagnosticar cedo pode orientar todo o desenvolvimento.
Reconhece um ou dois destes sinais na sua vida, ou na do seu filho? Pode não ser nada. Mas vale sempre a pena olhar mais longe do que o dente que dói.
Não é mais uma consulta de rotina. É o momento em que oclusão, respiração, postura e sono deixam de ser peças soltas e passam a fazer sentido em conjunto.
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